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Friday, July 25, 2014

Organic gardening: dealing with pests III

Infested leaves



There are few things as frustrating as seeing your beautiful plants eaten by bugs. After all the effort you put into composting and preparing the soil and taking care of the seeds and the little plant! As soon as the plant is looking good: bugs!!!

Luckily, you don’t need to be an expert to try to get rid of them. Worms, I pick them out of the plants one by one (the moment of zen, an opportunity for meditation practice). The beetle-like bugs that were eating my bellpepper plants, though, were more difficult to grab, so, it was time for some brewing.

Concoction time!

I’ve tried some different things, but the general rules is that they don’t like anything strong-scented. So, garlic, coffee, rosemary it is. In this particular case, I added a little bit of hand soap for good measure.

 
The solution: garlic-rosemary + soapy water
Took a few days of spraying and scattering used coffee grounds, but it worked!



Friday, April 4, 2014

Thursday, February 27, 2014

Organic gardening: dealing with pests II


Last year it was veggies vs. rabbits. This year grapes vs. birds. After several years of the vine only giving a bunch or two of grapes (which we didn’t even bothered to pick and graciously offered to the birds from the neighborhood), this year the plant exploded. So much so, that we didn’t anticipate we would need to make space for the grape bunches. We ended up with too much fruit on the cane roof: buffet served on a plate to the birds.

Dangerous pursuits: ladders, scissors & nets

My feeble attempt at discouraging the birds from gorging on the plump grapes consisted in opening some canes so that the fruit would drop below the roof, and covering parts of the remaining fruit (most of it) with some left-over pieces of net from the fight-the-rabbit days.

A few weeks later, I’m happy to report, we’ve gathered a couple of bucket-fulls of juicy grapes. 100% organic!

Disclosure: no bird was damaged in the process of growing or harvesting the vines.




Friday, July 26, 2013

Agricultura urbana: el ejemplo de España

Otro ejemplo, esta vez, en España. Lo lindo de este video es que también muestra las propiedades terapéuticas y los beneficios sociales de la agricultura practicada de esta forma.



Puedes ver otros ejemplos en Cuba y Canadá.

Friday, April 5, 2013

Foraging for wild mushrooms: a child's game

Rembember the giant monster mushroom in our first year of blogging? That was the last surviving mushroom at the end of the season. This year, we're here at the beginning of mushroom season (with all the rain, it began early) and we have the happy surprise to get a handful of them right on our door step.

Talk about a local 100-mile diet, this was more like a 10-steps diet!


Home-delivered mushrooms, courtesy of Eucalyptus tree stump (cc) OSJ
I'd been reading about the behind the scenes of wild food foraging and mushroom pickers back in Canada when a bunch of little mushroom buds popped up in front of my door. Time to call the nephews for some food-appreciation class.

I've found that the    alleged yucky-factor of veggies disappears when kids have a chance to see the whole process, from the little seed that sprouts to when they pick the fruits. Involving them in the production of food generates some sense of ownership and pride in collaborating to provide food. Or something like that.

So, after helping them 'discover' the mushrooms and waiting for a couple of days for the mushrooms to grow to an edible size, we picked them by cutting, not uprooting, so that they would grow again next year.

Then, off to processing (coming next)!
Enough for everyone to get a taste (cc) OSJ
Cutting carefully and leaving the smallest ones
to grow a couple of days more (cc) OSJ









Thursday, March 28, 2013

Pimentãozinho: morreu ou não?

Hora da availação (a distância, pela minha assessora brasileira-italiana) da minha horta.

Eu estava preocupada pela planta de pimentão que um amigo regalou. Mesmo que transplantei do vaso para a terra, a não cresceu bem. A planta veio com um pimentãozinho que virou quase todo vermelho mas não cresceu um ápice (foto embaixo).

Aqui o comentário da assessora foi:

Pimentãozinho machucado
(cc) LTFA
"Porém, coitado do pimentãozinho: acho que sim, que ele não aguentou muito bem a mudança em pleno verão. Mas de repente pode ser que seja um problema da planta, que já deve ter nascido meio mal. Ou por acaso não faltou irrigação? As vezes basta um dia de 'sede' pra planta responder deste jeito. Na foto não vejo bem a dimensão do vaso: de repente é muito pequeno? O melhor a fazer, acho, é uma eutanásia e concentrar as energias na produção do ano que vem!"

Mini bebé pimentão.
¡Força pimentãozinho!
(cc) LTFA
 Confissão: não teve o valor para fazer a eutanásia. O pimentãozinho, bem se um pouco malformado, era bem suculento e gostoso. Deixei a planta. Fast forward várias semanas: a planta continuou a crescer, deu mais flores, e finalmente, milagre! Um pimentãozinho bem pequenininho apareceu.

Da pra ver o mini bebé pimentão na foto? Os pesimitas out there dirão que não va ter tempo para crescer: e ainda muito tarde no ano e o clima não va dar. É, possívelmente tenham razão, mas eu ainda tenho esperanças. Talvez seja um outono muito benigno...

Aparentemente, a agricultura tem muito de boa sorte e coincidência.

Como diz a assesora:

"No ano passado a gente plantou diversas variedades de pimenta aqui, e saíram plantas e frutos de tudo que é jeito! Os 'peperoni/peperoncini' são sempre uma surpresa! A gente sempre guarda as sementes das plantas mais produtivas/de qualidade, e mesmo assim cada novo ciclo é uma loteria. Viva a paciência e a perseverança do agricultor!"

Amen to that!



Tuesday, March 26, 2013

Abóbora ou não abóbora: a indecisão do agricultor inexperto

Hora da avialiação da assessora:

Abóboras-bebé (cc) LTFA
"As abóboras parece estar bem (em italiano 'zucca/zucche', não 'zucchina/zucchine': são duas variedades diferentes."

Na verdade, as sementes vinham com o compost e não sabemos do que são. Mais como as plantas gostaram do lugar e começaram a crescer, decidimos deixar.

E sim, neste momento temos algumas bebé-abóbora que estão saindo bem. Uma ou duas per planta (será isso o normal?). O único problema e a peste bianca que atacou muitas das folhas e teve que cortar.

Abóbora pronta? Quem sabe dizer?
(cc) LTFA
Mas, ainda não sei quando estão prontas para a recolha ou que tipo de abóboras são. Esta aqui na esquerda, estará pronta para tirar da planta? Cómo sabemos?

Da pra ver que são uma urbanita, que sabe a teoria geral (aquela que ensenhavam na escola) de como uma planta cresce da semente, mas não tem ideia nenhuma dos detalhes de como funciona isso na realidade.

O processo de aprendizagem sendo aplicado neste momento, poderiamos dizer, é um de "tentativa e erro" (trial and error) e de descoberta continua. As perguntas surgem em cada etapa:

Qual é a profundidade e a distância que devo por as sementes? Quanto tempo devo esperar até o transplante? Quanta água, sol e espaço necessitam? Como posso proteger as plantas das pestes? Quando estão prontas para colher? Tantas perguntas que nem tinha imaginado!

Wednesday, March 13, 2013

Asesoramiento sobre cultivos y cuidados de plantas dalla Italia

Graciela, una amiga que se auto-proclama "amante de la naturaleza" y que ha aprendido sobre la marcha acerca del mantenimiento de una huerta y otras opciones alternativas de vida, ha aceptado muy generosamente a asesorarme en mis primeros intentos en tener una huerta orgánica. Acá van tres de las primeras recomendaciones que me hizo:

Asesoramiento a distancia sobre plantas (cc) Graciela
Crear un ambiente propicio

 "Per quanto riguarda le tue zucchine, le piante in genere hanno bisogno di molta luce, tanta aria e spazio, acqua (ma ben drenata, non stagnante!). Per concimare, oltre all'humus del bosco e al terriccio del compost, ogni tanto mettiamo un po' della cenere che produciamo (qui a casa tutto - cucina, riscaldamento - va a legna, quando non c'è sole; altrimenti tutto è solare)."

Seguí sus consejos de aire y sol para el zucchini (en realidad son calabacines los míos pero la idea es la misma) y decidí ponerlos verticales. En parte también porque estaban creciendo muchísimo y me habían ocupado todo el espacio. No sabía si aguantaría la planta pero después vi fotos como esta:

Calabazas y calabacines colgantes
y la verdad que viene funcionando sin mayores problemas (las tormentas huracanadas que hemos tenido me obligaron a atar las plantas con más cuidado, pero sobrevivieron).

Protegerlas de las enfermedades

"Per il cosiddetto "mal bianco", la malattia più comune, in genere c'è poco da fare: potare e ventilare; noi, in genere, contro gli afidi usiamo macerati di peperoncino e ortica. In questo sito ci sono altri suggerimenti utili."

En el momento que me lo recomendó las plantas todavía estaban verdes y preciosas pero después de unos días de lluvias fuertes, empezaron a mancharse de blanco. Siguiendo las recomendaciones a cortar y rociar con una solución de ajo y cebolla.

Hada de la huerta (R) LuciaT
Y darles cariños extra

"Infine, un suggerimento secondo me valido per tutte le piante è "toccarle", accarezzarle proprio, delicatamente, come se fossero degli animaletti domestici: è comprovato che le piante diventano più resistente se vengono toccate."

Flor comestible
del calabacín (cc)
Esa tarea se la dejé a mi sobrina de dos años y medio, que me seguía mientras yo cuidaba la huerta y arracaba hojitas y flores para dármelas.
 Después de explicarle que a las plantas había que cuidarlas y tratarlas con mucho cariño, se puso a dare besitos a las hojas del zucchini.
Flor y bebé calabaza (cc)

Por mi parte, además de los consejos de Graciela, el crédito de que las plantas de zucchini vengan tan bien se lo lleva el cuidado y los besos que le dio mi pequeña Hada de la Huerta.

 
Calabacín creciendo día a día (cc)















Para terminar, una cita que mandó Graciela:

Io cerco sempre di fare delle cose poetiche. Delle cose che delle volte hanno bisogno delle parole e altre cose che hanno bisogno dell'acqua.” Tonino Guerra

Sunday, March 3, 2013

Elegí bien: faltan 21 días para la Hora de la Tierra

(c) Ooommm Mmmooo, yoga para niños
Las vacas aparecen como las grandes culpables de emisión de CO2, según algunos. Las pobres vacas, en realidad, no tienen la culpa. Son super-chillin'.

El problema más bien, son los 7 billones y contando de individuitos que andamos rondando por la tierra con antojo de chuletas y helados de dulce de leche.

No todos tienen la inclinación o la posibilidad de hacerse vegano o vegetariano, pero un consumo medido y responsable de productos vacunos es un buen comienzo. Empezando por buscar vacas felices y saludables.


Vaca ejercitándose entre campos (c) LucíaT.


¿Cuáles son las vacas felices y saludables?

Probablemente no las que crecen, nacen y mueren en los feedlots o engordadas en corrales, por varias razones. Siempre que sea posible, prefiramos vaquitas que corren al aire libre y comen pasto aux fines herbes. Vacas relajadas, vacas ohmmm.

Buscando averiguar más el tema de la producción de carne y leche y hablar menos de oído, visitamos un tambo en Uruguay. Ahí aprendimos sobre la importancia de una dieta balanceada y la rotación de los campos para mantener los suelos ricos y las plantas y animales sanos.

Dándonos cuenta lo mucho que ignoramos
sobre muchas cosas - mate mediante (c) LuciaT.

Vimos a las vacas corretear entre campo y campo y pasar sólo de a dos o tres a la vez para ser ordeñadas en un pequeño galpón semi-abierto - muy diferente de las mega-industrias que se ven por televisión.  También aprendimos que se puede elegir entre una producción menor pero razonable que permite una larga vida versus una producción extrema que quema al animal en unos pocos años. Igualito que los seres humanos.

Aún sin ser experto, aplicando un poco de mesura y lógica no se le puede errar demasiado a la hora de elegir responsablemente lo que comemos.*

Pasturas jugositas (c) LuciaT.
El estereotipo de campo, ¿o no? (c) LuciaT.




















* Para un tema similar, pero en relación al pescado y la pesca artesanal, ver aquí.














Wednesday, February 15, 2012

¿Qué es soberanía alimentaria y por qué importa?

¿Cuál es la relación entre la soberanía alimentaria, las semillas, los productos orgánicos, las huertas urbanas, la agricultura sustentable, el autosustento y tantas otros temas que andan rondando por ahí?

Para empezar a entenderlo, un video argentino lo pone de forma muy simple:



O sea, que además de la seguridad y disponibilidad de alimentos, la soberanía alimentaria se fija en el origen y modo de producción de nuestra comida.

Pero empecemos por el principio. Disponer de una gran variedad de semillas que no sean genéticamente modificadas y que reflejen una amplia biodiversidad es una de los temas que preocupa.