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Sunday, October 13, 2013

Moçambique visto pelos brasileiros

Viagem a Ponta d'Ouro, no extremo sul de Moçambique, nela fronteira com Africa do Sul. Praias e vida simples.



E o contraste com o luxo do Hotel Polana no Maputo, a feijoada dos domingos, e a influença dos brasileiros. Faltaram as noites de cinema clássico ao ar livre! Gostoso. Depois uma visita a FEIMA, a feria de artesanato, e uma conversa em changana. A estatua de Samora Machel na Praça Independença frente ao predio do Conselho Municipal, e lá pertinho a casa de ferro de Eiffel e o Jardim Botánico Tunduru (onde também fizemos uma jornada de limpeza). A noite, músic no Núcleo de Arte.



Infaltável nos fines de semana: atravessar em barco para um passeio por Catembe, com matabicho, saludos e visita as casas típicas. Uma visita breve pelo estúdio de TV e Mazioni na Praia do Sol.

Wednesday, March 13, 2013

Lions-humans relationships solved by a very smart kid

Meet Richard Turere, a 13-year old Kenyan that is really, really smart. With a lot of ingenuity and the will to solve a problem, he found a very simple solution to keep lions away from his fathers' cattle.

Check his story here:


In Mozambique we have also found bright young people coming up with creative solutions to everyday challenges, looking for ways to do things better, and finding smart, simple answers that were a win-win for everyone. Often, we also found that they were not heard, their opinions not valued, their contributions discounted, their efforts not recognized. I'm posting this to recognize them. And in the hope that this situation will soon change...

Wednesday, February 27, 2013

Los elefantes todavía no están seguros en Mozambique

Estoy leyendo el libro del uruguayo Mauricio Bernstein "Adiós, Niassa", de la Editorial Fin de Siglo, sobre su viaje a Mozambique en búsqueda de la reserva de Niassa con sus supuestos catorce mil elefantes.

Era el 2004, Mozambique casi recién salidito de la guerra. Uno pensaría que con los años, a medida que el país se recupera, también lo haría el número de elefantes.

Sin embargo, hoy aterriza a mi casilla de correo un artículo que resumo:

 (2013-02-26) A Reserva do Niassa perdeu nos últimos dois anos, (2011-2012), cerca de dois mil e quinhentos elefantes, devido à caça furtiva.  ...

Segundo Lopes Pereira [
médico veterinário e antigo director de conservação do Parque Nacional da Gorongosa], se o país continuar a registar os actuais índices de caça furtiva, em cinco anos, populações de elefantes, búfalos e de outros grandes antílopes, poderão atingir níveis de extinção.

... a caça furtiva na Reserva do Niassa, em particular, não somente gera impactos negativos sobre a biodiversidade como também no turismo.  ...


O uso massivo de trincheiras e laços com a ajuda de vedações que se prolongam por mais de um quilómetro de extensão, prova que a caça furtiva não é motivada pelas necessidades de subsistência das populações, mas sim por objectivos comerciais, sublinhou Lopes Pereira.

Para o conservacionista, o mais correcto seria banir totalmente a caça ao elefante, nas coutadas e nas reservas de caça. A medida, segundo ele, levaria os operadores faunísticos a explorarem outras atracções turísticas nas suas concessões e não teriam que inventar desculpas de última hora para os clientes, a quem tenham prometido o abate de elefantes com pontas pesando mais de 50 libras.


El artículo señala que la caza no se limita a elefantes, también búfalos y otros antílopes y que algunas autoridades estarían involucradas con cazadores furtivos y el tráfico de marfil.

A la hora de evitar la caza furtiva y el tráfico no ayuda que las consecuencias no sean suficientemente severas, ni queà ausência de métodos claros de trabalho e da fraca preparação dos elementos da Guarda Fronteira em matérias de fauna e flora.

Para Carlos L. Pereira, a solução do actual problema passa pela revisão de todo o sistema de fiscalização faunística e florestal, começando pela correcta selecção dos candidatos e treino dos fiscais a serem afectos nesta área.”

Mucho más fácil decirlo que hacerlo.

El artículo completo se puede leer aquí.