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Sunday, August 3, 2014

Very smart Thai guy

In very simple words, a farmer from northern Thailand shows how senseless the rat race and over consumption are. After giving a try to life in the city, advanced studies and purchased clothes, he listened to his inner voice telling him: “That’s stupid!” He went back to work the land and provide for himself and others. Just brilliant!


Friday, July 25, 2014

Organic gardening: dealing with pests III

Infested leaves



There are few things as frustrating as seeing your beautiful plants eaten by bugs. After all the effort you put into composting and preparing the soil and taking care of the seeds and the little plant! As soon as the plant is looking good: bugs!!!

Luckily, you don’t need to be an expert to try to get rid of them. Worms, I pick them out of the plants one by one (the moment of zen, an opportunity for meditation practice). The beetle-like bugs that were eating my bellpepper plants, though, were more difficult to grab, so, it was time for some brewing.

Concoction time!

I’ve tried some different things, but the general rules is that they don’t like anything strong-scented. So, garlic, coffee, rosemary it is. In this particular case, I added a little bit of hand soap for good measure.

 
The solution: garlic-rosemary + soapy water
Took a few days of spraying and scattering used coffee grounds, but it worked!



Thursday, February 27, 2014

Organic gardening: dealing with pests II


Last year it was veggies vs. rabbits. This year grapes vs. birds. After several years of the vine only giving a bunch or two of grapes (which we didn’t even bothered to pick and graciously offered to the birds from the neighborhood), this year the plant exploded. So much so, that we didn’t anticipate we would need to make space for the grape bunches. We ended up with too much fruit on the cane roof: buffet served on a plate to the birds.

Dangerous pursuits: ladders, scissors & nets

My feeble attempt at discouraging the birds from gorging on the plump grapes consisted in opening some canes so that the fruit would drop below the roof, and covering parts of the remaining fruit (most of it) with some left-over pieces of net from the fight-the-rabbit days.

A few weeks later, I’m happy to report, we’ve gathered a couple of bucket-fulls of juicy grapes. 100% organic!

Disclosure: no bird was damaged in the process of growing or harvesting the vines.




Thursday, January 30, 2014

What's up with the bees? / ¿Qué pasa con las abejas?

For those who think all is lost when it comes to our environment, there’s good news: I keep on running into people concerned with the environment, people who are doing their share to change things, informint others, raising awareness, moving things in a better direction.

Recently, I met Jocelyn Demers, producer of a couple of films that tackle issues related to sustaintability. One of the documentaries is about bees: Saving the Life Keepers. You can check the trailer here:


If you have no idea why I’m talking about bees, here’s a 4-minute summary about the issue:


Y en español (de España) otro video reciente, de media hora que explica el tema de la muerte de las abejas (síndrome de despoblamiento de las colmenas) y lo que eso representa para nosotros:


¡A informarse y tomar las decisiones correctas!

Monday, September 2, 2013

If every adult had it that clear...

I’m thinking if there’s one good thing this generation did is having kids like these ones.

If you wanted to have a clear picture about what’s going on in terms of politics and society in Egypt, ask 12-year-old Ali Ahmed. I would vote this kid for president:



About the right of children (specially girls) to education? Find out about what 15-year-old Malala Yousafzai has to say. Here is her story: 


 
And what about our food, GMOs, non-patented seeds? Listen to what 11-year-old Birke Baher has to say:



I can’t wait for this kids to take over the world.
Feeling hopeful...

Wednesday, July 31, 2013

Agricultura urbana: esta vez en Perú

En este artículo y video se muestra como una comunidad en Perú transformó la basura en un oasis de agricultura urbana.

En este video más extenso, entrevistan a participantes de la iniciativa "La Lombriz Feliz" y cómo han llegado a ganar el Premio Nacional de Ciudadanía Ambiental el año pasado.





Friday, July 26, 2013

Agricultura urbana: el ejemplo de España

Otro ejemplo, esta vez, en España. Lo lindo de este video es que también muestra las propiedades terapéuticas y los beneficios sociales de la agricultura practicada de esta forma.



Puedes ver otros ejemplos en Cuba y Canadá.

Sunday, April 7, 2013

Pickled wild mushrooms: sooo yummy!


After picking the wild mushrooms, it was time to wash them carefully. Then, boiling the mushrooms 3 times (each time changing the water) to get rid of the bitterness. And then, the pickling.

Some basic ingredients are enough (cc) OSJ
I like adding other veggies: in this case I had onions and bell peppers, carrots are also good. Some other flavors from the garden: I had rosemary and bay leaves. Peppercorns and coarse salt are good additions too.

I cut everything in thin slices and put it to boil in a pan with olive oil, vinegar and water in 3 equal parts. Just enough to cover everything. About 5 minutes and it's ready. Let it cool down.

Everything chopped and ready for the pan (cc) OSJ





After it has cooled you can store them in glass jars. In the fridge, they probably last up to a month or more. I'm guessing on that, because we always finish them before that. They're that good.

We went a couple of days later around the house and there were mushrooms everywhere: we picked enough to prepare a pot-full of mushrooms and have enough now for a few weeks.




Pot-full of wild mushrooms! (cc) OSJ

A few jars to eat and share (cc) OSJ
They're super on bread or crackers, and have tried also with a tomato salad.


Any other tip on mushroom picking, preserving or eating? Please share :)


Thursday, March 28, 2013

Pimentãozinho: morreu ou não?

Hora da availação (a distância, pela minha assessora brasileira-italiana) da minha horta.

Eu estava preocupada pela planta de pimentão que um amigo regalou. Mesmo que transplantei do vaso para a terra, a não cresceu bem. A planta veio com um pimentãozinho que virou quase todo vermelho mas não cresceu um ápice (foto embaixo).

Aqui o comentário da assessora foi:

Pimentãozinho machucado
(cc) LTFA
"Porém, coitado do pimentãozinho: acho que sim, que ele não aguentou muito bem a mudança em pleno verão. Mas de repente pode ser que seja um problema da planta, que já deve ter nascido meio mal. Ou por acaso não faltou irrigação? As vezes basta um dia de 'sede' pra planta responder deste jeito. Na foto não vejo bem a dimensão do vaso: de repente é muito pequeno? O melhor a fazer, acho, é uma eutanásia e concentrar as energias na produção do ano que vem!"

Mini bebé pimentão.
¡Força pimentãozinho!
(cc) LTFA
 Confissão: não teve o valor para fazer a eutanásia. O pimentãozinho, bem se um pouco malformado, era bem suculento e gostoso. Deixei a planta. Fast forward várias semanas: a planta continuou a crescer, deu mais flores, e finalmente, milagre! Um pimentãozinho bem pequenininho apareceu.

Da pra ver o mini bebé pimentão na foto? Os pesimitas out there dirão que não va ter tempo para crescer: e ainda muito tarde no ano e o clima não va dar. É, possívelmente tenham razão, mas eu ainda tenho esperanças. Talvez seja um outono muito benigno...

Aparentemente, a agricultura tem muito de boa sorte e coincidência.

Como diz a assesora:

"No ano passado a gente plantou diversas variedades de pimenta aqui, e saíram plantas e frutos de tudo que é jeito! Os 'peperoni/peperoncini' são sempre uma surpresa! A gente sempre guarda as sementes das plantas mais produtivas/de qualidade, e mesmo assim cada novo ciclo é uma loteria. Viva a paciência e a perseverança do agricultor!"

Amen to that!



Tuesday, March 26, 2013

Abóbora ou não abóbora: a indecisão do agricultor inexperto

Hora da avialiação da assessora:

Abóboras-bebé (cc) LTFA
"As abóboras parece estar bem (em italiano 'zucca/zucche', não 'zucchina/zucchine': são duas variedades diferentes."

Na verdade, as sementes vinham com o compost e não sabemos do que são. Mais como as plantas gostaram do lugar e começaram a crescer, decidimos deixar.

E sim, neste momento temos algumas bebé-abóbora que estão saindo bem. Uma ou duas per planta (será isso o normal?). O único problema e a peste bianca que atacou muitas das folhas e teve que cortar.

Abóbora pronta? Quem sabe dizer?
(cc) LTFA
Mas, ainda não sei quando estão prontas para a recolha ou que tipo de abóboras são. Esta aqui na esquerda, estará pronta para tirar da planta? Cómo sabemos?

Da pra ver que são uma urbanita, que sabe a teoria geral (aquela que ensenhavam na escola) de como uma planta cresce da semente, mas não tem ideia nenhuma dos detalhes de como funciona isso na realidade.

O processo de aprendizagem sendo aplicado neste momento, poderiamos dizer, é um de "tentativa e erro" (trial and error) e de descoberta continua. As perguntas surgem em cada etapa:

Qual é a profundidade e a distância que devo por as sementes? Quanto tempo devo esperar até o transplante? Quanta água, sol e espaço necessitam? Como posso proteger as plantas das pestes? Quando estão prontas para colher? Tantas perguntas que nem tinha imaginado!

Wednesday, March 13, 2013

Asesoramiento sobre cultivos y cuidados de plantas dalla Italia

Graciela, una amiga que se auto-proclama "amante de la naturaleza" y que ha aprendido sobre la marcha acerca del mantenimiento de una huerta y otras opciones alternativas de vida, ha aceptado muy generosamente a asesorarme en mis primeros intentos en tener una huerta orgánica. Acá van tres de las primeras recomendaciones que me hizo:

Asesoramiento a distancia sobre plantas (cc) Graciela
Crear un ambiente propicio

 "Per quanto riguarda le tue zucchine, le piante in genere hanno bisogno di molta luce, tanta aria e spazio, acqua (ma ben drenata, non stagnante!). Per concimare, oltre all'humus del bosco e al terriccio del compost, ogni tanto mettiamo un po' della cenere che produciamo (qui a casa tutto - cucina, riscaldamento - va a legna, quando non c'è sole; altrimenti tutto è solare)."

Seguí sus consejos de aire y sol para el zucchini (en realidad son calabacines los míos pero la idea es la misma) y decidí ponerlos verticales. En parte también porque estaban creciendo muchísimo y me habían ocupado todo el espacio. No sabía si aguantaría la planta pero después vi fotos como esta:

Calabazas y calabacines colgantes
y la verdad que viene funcionando sin mayores problemas (las tormentas huracanadas que hemos tenido me obligaron a atar las plantas con más cuidado, pero sobrevivieron).

Protegerlas de las enfermedades

"Per il cosiddetto "mal bianco", la malattia più comune, in genere c'è poco da fare: potare e ventilare; noi, in genere, contro gli afidi usiamo macerati di peperoncino e ortica. In questo sito ci sono altri suggerimenti utili."

En el momento que me lo recomendó las plantas todavía estaban verdes y preciosas pero después de unos días de lluvias fuertes, empezaron a mancharse de blanco. Siguiendo las recomendaciones a cortar y rociar con una solución de ajo y cebolla.

Hada de la huerta (R) LuciaT
Y darles cariños extra

"Infine, un suggerimento secondo me valido per tutte le piante è "toccarle", accarezzarle proprio, delicatamente, come se fossero degli animaletti domestici: è comprovato che le piante diventano più resistente se vengono toccate."

Flor comestible
del calabacín (cc)
Esa tarea se la dejé a mi sobrina de dos años y medio, que me seguía mientras yo cuidaba la huerta y arracaba hojitas y flores para dármelas.
 Después de explicarle que a las plantas había que cuidarlas y tratarlas con mucho cariño, se puso a dare besitos a las hojas del zucchini.
Flor y bebé calabaza (cc)

Por mi parte, además de los consejos de Graciela, el crédito de que las plantas de zucchini vengan tan bien se lo lleva el cuidado y los besos que le dio mi pequeña Hada de la Huerta.

 
Calabacín creciendo día a día (cc)















Para terminar, una cita que mandó Graciela:

Io cerco sempre di fare delle cose poetiche. Delle cose che delle volte hanno bisogno delle parole e altre cose che hanno bisogno dell'acqua.” Tonino Guerra

Sunday, March 3, 2013

Elegí bien: faltan 21 días para la Hora de la Tierra

(c) Ooommm Mmmooo, yoga para niños
Las vacas aparecen como las grandes culpables de emisión de CO2, según algunos. Las pobres vacas, en realidad, no tienen la culpa. Son super-chillin'.

El problema más bien, son los 7 billones y contando de individuitos que andamos rondando por la tierra con antojo de chuletas y helados de dulce de leche.

No todos tienen la inclinación o la posibilidad de hacerse vegano o vegetariano, pero un consumo medido y responsable de productos vacunos es un buen comienzo. Empezando por buscar vacas felices y saludables.


Vaca ejercitándose entre campos (c) LucíaT.


¿Cuáles son las vacas felices y saludables?

Probablemente no las que crecen, nacen y mueren en los feedlots o engordadas en corrales, por varias razones. Siempre que sea posible, prefiramos vaquitas que corren al aire libre y comen pasto aux fines herbes. Vacas relajadas, vacas ohmmm.

Buscando averiguar más el tema de la producción de carne y leche y hablar menos de oído, visitamos un tambo en Uruguay. Ahí aprendimos sobre la importancia de una dieta balanceada y la rotación de los campos para mantener los suelos ricos y las plantas y animales sanos.

Dándonos cuenta lo mucho que ignoramos
sobre muchas cosas - mate mediante (c) LuciaT.

Vimos a las vacas corretear entre campo y campo y pasar sólo de a dos o tres a la vez para ser ordeñadas en un pequeño galpón semi-abierto - muy diferente de las mega-industrias que se ven por televisión.  También aprendimos que se puede elegir entre una producción menor pero razonable que permite una larga vida versus una producción extrema que quema al animal en unos pocos años. Igualito que los seres humanos.

Aún sin ser experto, aplicando un poco de mesura y lógica no se le puede errar demasiado a la hora de elegir responsablemente lo que comemos.*

Pasturas jugositas (c) LuciaT.
El estereotipo de campo, ¿o no? (c) LuciaT.




















* Para un tema similar, pero en relación al pescado y la pesca artesanal, ver aquí.














Sunday, February 24, 2013

Ideas para reutilizar botellas de plástico IV: huerta

Después de todos estos ejemplos ya estarán prontos para pasar a temas mayores. ¿Qué tal un invernadero para la huerta?

También esta la versión haragana que yo uso, menos impresionante pero bastante efectiva: un invernadero individual para cada plantita. Es ideal para proteger los brotes cuando aún están muy vulnerables, pero con una botella grande, de varios litros, sirve también para plantas más grandes.

Si insiste en un invernadero en serio pero con un acabado diferente, se puede optar por techo de tejas, es decir, tejas hechas a partir de botellas de plástico. ¿Por qué no?


Wednesday, February 20, 2013

¿Por qué plantar semillas 'heirloom'?




7500 variedades de tomates
Rápido: ¿cuántos tipos de tomates puedes nombrar?

La mayoría de nosotros conocemos el tomate común para hacer salsa, el tomate perita, el tomatito cherry y hasta ahí llegamos.  En realidad existen unas 7500 variedades (según wikipedia). Lo que pasa es que generalmente sólo tenemos acceso a un puñado de variedades que se producen comercialmente.

El problema de limitarnos a unas pocas variedades lo habíamos discutido ya en otra entrada anterior sobre soberanía alimentaria.

Pero además, saben peor. Me encantó esta cita que ponen en Wikipedia en inglés (y que curiosamente no aparece en la versión en español) sobre las variedades comerciales modernas:

"The poor taste and lack of sugar in modern garden and commercial tomato varieties resulted from breeding of tomatoes which ripen uniformly red. This change occurred after discovery of a variety in the mid 20th century which ripened uniformly which was then widely cross-bred to produce attractive red fruit without the typical green ring surrounding the stem on uncross-bred varieties. Prior to general introduction of this trait tomatoes were able to produce more sugar during the process of ripening and were sweeter and more flavorful."

Y sí. Quienes producen frutas y verduras comercialmente en general están más interesados en que no se machuquen durante el translado o se vean lindas y uniformes. El sabor o si son más o menos sanos queda en tercer plano.

Cerca de 4000 especies de papas
El tema no es sólo con el tomate. Lo mismo pasa con las papas y muchas otras frutas y hortalizas que consumimos a diario.

Cuando decidí hacer mi mini-huertita en Vancouver opté por comprar semillas "heirloom" - que pueden ser traducidas como antiguas, heredadas, o como quieran llamarlas.

En Canadá y otros países hay algunas compañías que venden semillas heirloom, por ejemplo, Full Circle Seeds y Salt Spring Seeds (compramos de ésta, por correo), pero también hay bibliotecas de semillas heritage o heirloom como ésta en el Reino Unido. También hay grupos informales de intercambio como se da en Uruguay.

Ejemplos de cómo conseguir semillas de tomates, zanahorias y pepinos

Si bien están en inglés, estos cortos videos (3-7 minutos) son suficientemente claros como para mostrar diferentes procesos de cómo conseguir semillas .

En este primer video se explica cómo conseguir semillas de tomate, además de comentar por qué es importante guardar semillas.

El segundo video nos llega desde Inglaterra y explica cómo sacar semillas de zanahorias. También explica por qué es importante que no sean variedades comerciales híbridas y otros detalles valiosos. El proceso lleva un poquito más de trabajo, así que vale la pena ver el video.

 
Y finalmente, en el tercer video se muestra cómo sacar semillas de pepinos. Si bien el sonido e imagen no son buenos es suficientemente claro (y fácil) como para entender el proceso.

¿Qué estás esperando? ¡A guardar semillas!

Monday, February 18, 2013

Todo empieza con una semilla

Semillas de lechuga morada, generosa donación
de nuestro amigo Diego
Una de las ventajas de tener que estar con la pierna para arriba es que permite dedicarse 100% a actividades meditativas como la recolección de semillas.

Empezamos a juntar semillas un poco de casualidad. El suplemento de un diario traía semillas de rabanito y aunque creo que debo haber comprado rabanitos para comer solamente una o dos veces en mi vida, dije: ¿Por qué no?

Nuestro amigo Diego, horticultor de ratos libres, además de donarnos una planta de morrones y unas tunas (la primera para comer, las segundas de adorno), nos dio varios ramas con flores secas y semillas de lechuga crespa morada.

Otras semillas venían de polizones en el compost: bienvenidas fueron las plantas de zapallitos y tomates de sorpresa que van marchando estupendamente. Además está el factor sorpresa: ¿Qué tipo de zapallo y de tomate darán?

A partir de ahí he tomado una actitud más proactiva, averiguando cómo se propaga cada planta. A pesar de saber la teoría, es increíble que ni en la escuela ni en la vida (si crecimos urbanos) aprendamos sobre las particularidades y practicalidades de hacer crecer plantas.

El otro día recogí semillas de las flores secas de nuestra planta de albahaca con idea de sacar más plantitas. Somos grandes fanáticos de la pasta con pesto y la albahaca que tenemos, si bien está feliz, no da abasto. Después puse unas cáscaras brotadas de papas a ver si agarraban y en cuanto un ajo se brote, allá irá también a hacerse planta.

La estrategia no siempre fue tan aleatoria. Para algo más planificado, vean la próxima entrada sobre semillas orgánicas y variedades "heirloom" (no he encontrado una buena traducción en español, sorry).

Semillas de rabanito,
llegadas vía diario
Rojas semillas de rabanito en su
almácigo improvisado (léase: huevera reciclada)








Friday, June 22, 2012

Cómo producir tu propia comida sin salir de la ciudad

Bajo el puente de Cambie
Con los problemas en torno al acceso al petróleo (además de muchos otros problemas) se vuelve más claro que nunca el disparate que representa estar transportando nuestra comida desde el otro del mundo - sobre todo aquello que se puede producir mucho más cerca de casa.

Como respuesta a esta preocupación han aparecido por toda Vancouver jardines o huertas comunitarias.




Muchas de las huertas hacen uso de terrenos abandonados o en lugares que no sirven mucho para otra cosa. Abajo de puentes (Cambie Bridge) o el metro (cerca de Commercial y Broadway), en esquinas que por la forma no son aprovechables, como el caso de esta huerta cerca de la estación del metro de Nanaimo.



Y en otros casos es directamente en el medio de la ciudad, en el cruce de dos calles principales. En este caso Georgia y Davie. 

En este video vemos a un par de granjeros urbanos explicando por qué hacen lo que hacen:





¿Te gustaría plantar tu propia comida en la ciudad pero no hay un espacio comunitario en tu ciudad? Aquí hay otras opciones:

¿No tienes espacio suficiente en tu terreno? ¿Qué tal un poco de agricultura vertical?



Cualquier espacio sirve, incluso una pared.








¿Ni siquiera tienes tierra?

Una opción es crearla a través del procesamiento de residuos orgánicos. Aprende aquí cómo hacer abono natural o compost.

Otra opción es usar el cultivo hidropónico, un método que usa soluciones minerales en vez de suelo para producir plantas. El sistema es popular en lugares donde las condiciones para la agricultura no son buenas.

Combinando la hidroponía con un buen manejo del invernadero se pueden “obtener rendimientos superiores a los que se obtienen en cultivos a cielo abierto. Es una forma sencilla, limpia y de bajo costo, para producir vegetales de rápido crecimiento y generalmente ricos en elementos nutritivos. Con esta técnica de agricultura a pequeña escala se utilizan los recursos que las personas tienen a mano, como materiales de desecho, espacios sin utilizar, tiempo libre,” nos cuenta la sabelotodo de Wikipedia.

¿Vives en un edificio minúsculo?

Para algunos, no hay peros que valgan. Cuestión de usar la creatividad y darse maña:


Wednesday, February 15, 2012

¿Qué es soberanía alimentaria y por qué importa?

¿Cuál es la relación entre la soberanía alimentaria, las semillas, los productos orgánicos, las huertas urbanas, la agricultura sustentable, el autosustento y tantas otros temas que andan rondando por ahí?

Para empezar a entenderlo, un video argentino lo pone de forma muy simple:



O sea, que además de la seguridad y disponibilidad de alimentos, la soberanía alimentaria se fija en el origen y modo de producción de nuestra comida.

Pero empecemos por el principio. Disponer de una gran variedad de semillas que no sean genéticamente modificadas y que reflejen una amplia biodiversidad es una de los temas que preocupa.