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Thursday, January 30, 2014

What's up with the bees? / ¿Qué pasa con las abejas?

For those who think all is lost when it comes to our environment, there’s good news: I keep on running into people concerned with the environment, people who are doing their share to change things, informint others, raising awareness, moving things in a better direction.

Recently, I met Jocelyn Demers, producer of a couple of films that tackle issues related to sustaintability. One of the documentaries is about bees: Saving the Life Keepers. You can check the trailer here:


If you have no idea why I’m talking about bees, here’s a 4-minute summary about the issue:


Y en español (de España) otro video reciente, de media hora que explica el tema de la muerte de las abejas (síndrome de despoblamiento de las colmenas) y lo que eso representa para nosotros:


¡A informarse y tomar las decisiones correctas!

Sunday, October 13, 2013

Moçambique visto pelos brasileiros

Viagem a Ponta d'Ouro, no extremo sul de Moçambique, nela fronteira com Africa do Sul. Praias e vida simples.



E o contraste com o luxo do Hotel Polana no Maputo, a feijoada dos domingos, e a influença dos brasileiros. Faltaram as noites de cinema clássico ao ar livre! Gostoso. Depois uma visita a FEIMA, a feria de artesanato, e uma conversa em changana. A estatua de Samora Machel na Praça Independença frente ao predio do Conselho Municipal, e lá pertinho a casa de ferro de Eiffel e o Jardim Botánico Tunduru (onde também fizemos uma jornada de limpeza). A noite, músic no Núcleo de Arte.



Infaltável nos fines de semana: atravessar em barco para um passeio por Catembe, com matabicho, saludos e visita as casas típicas. Uma visita breve pelo estúdio de TV e Mazioni na Praia do Sol.

Monday, September 2, 2013

If every adult had it that clear...

I’m thinking if there’s one good thing this generation did is having kids like these ones.

If you wanted to have a clear picture about what’s going on in terms of politics and society in Egypt, ask 12-year-old Ali Ahmed. I would vote this kid for president:



About the right of children (specially girls) to education? Find out about what 15-year-old Malala Yousafzai has to say. Here is her story: 


 
And what about our food, GMOs, non-patented seeds? Listen to what 11-year-old Birke Baher has to say:



I can’t wait for this kids to take over the world.
Feeling hopeful...

Friday, July 26, 2013

Agricultura urbana: el ejemplo de España

Otro ejemplo, esta vez, en España. Lo lindo de este video es que también muestra las propiedades terapéuticas y los beneficios sociales de la agricultura practicada de esta forma.



Puedes ver otros ejemplos en Cuba y Canadá.

Sunday, April 7, 2013

Pickled wild mushrooms: sooo yummy!


After picking the wild mushrooms, it was time to wash them carefully. Then, boiling the mushrooms 3 times (each time changing the water) to get rid of the bitterness. And then, the pickling.

Some basic ingredients are enough (cc) OSJ
I like adding other veggies: in this case I had onions and bell peppers, carrots are also good. Some other flavors from the garden: I had rosemary and bay leaves. Peppercorns and coarse salt are good additions too.

I cut everything in thin slices and put it to boil in a pan with olive oil, vinegar and water in 3 equal parts. Just enough to cover everything. About 5 minutes and it's ready. Let it cool down.

Everything chopped and ready for the pan (cc) OSJ





After it has cooled you can store them in glass jars. In the fridge, they probably last up to a month or more. I'm guessing on that, because we always finish them before that. They're that good.

We went a couple of days later around the house and there were mushrooms everywhere: we picked enough to prepare a pot-full of mushrooms and have enough now for a few weeks.




Pot-full of wild mushrooms! (cc) OSJ

A few jars to eat and share (cc) OSJ
They're super on bread or crackers, and have tried also with a tomato salad.


Any other tip on mushroom picking, preserving or eating? Please share :)


Friday, April 5, 2013

Foraging for wild mushrooms: a child's game

Rembember the giant monster mushroom in our first year of blogging? That was the last surviving mushroom at the end of the season. This year, we're here at the beginning of mushroom season (with all the rain, it began early) and we have the happy surprise to get a handful of them right on our door step.

Talk about a local 100-mile diet, this was more like a 10-steps diet!


Home-delivered mushrooms, courtesy of Eucalyptus tree stump (cc) OSJ
I'd been reading about the behind the scenes of wild food foraging and mushroom pickers back in Canada when a bunch of little mushroom buds popped up in front of my door. Time to call the nephews for some food-appreciation class.

I've found that the    alleged yucky-factor of veggies disappears when kids have a chance to see the whole process, from the little seed that sprouts to when they pick the fruits. Involving them in the production of food generates some sense of ownership and pride in collaborating to provide food. Or something like that.

So, after helping them 'discover' the mushrooms and waiting for a couple of days for the mushrooms to grow to an edible size, we picked them by cutting, not uprooting, so that they would grow again next year.

Then, off to processing (coming next)!
Enough for everyone to get a taste (cc) OSJ
Cutting carefully and leaving the smallest ones
to grow a couple of days more (cc) OSJ









Thursday, March 28, 2013

Pimentãozinho: morreu ou não?

Hora da availação (a distância, pela minha assessora brasileira-italiana) da minha horta.

Eu estava preocupada pela planta de pimentão que um amigo regalou. Mesmo que transplantei do vaso para a terra, a não cresceu bem. A planta veio com um pimentãozinho que virou quase todo vermelho mas não cresceu um ápice (foto embaixo).

Aqui o comentário da assessora foi:

Pimentãozinho machucado
(cc) LTFA
"Porém, coitado do pimentãozinho: acho que sim, que ele não aguentou muito bem a mudança em pleno verão. Mas de repente pode ser que seja um problema da planta, que já deve ter nascido meio mal. Ou por acaso não faltou irrigação? As vezes basta um dia de 'sede' pra planta responder deste jeito. Na foto não vejo bem a dimensão do vaso: de repente é muito pequeno? O melhor a fazer, acho, é uma eutanásia e concentrar as energias na produção do ano que vem!"

Mini bebé pimentão.
¡Força pimentãozinho!
(cc) LTFA
 Confissão: não teve o valor para fazer a eutanásia. O pimentãozinho, bem se um pouco malformado, era bem suculento e gostoso. Deixei a planta. Fast forward várias semanas: a planta continuou a crescer, deu mais flores, e finalmente, milagre! Um pimentãozinho bem pequenininho apareceu.

Da pra ver o mini bebé pimentão na foto? Os pesimitas out there dirão que não va ter tempo para crescer: e ainda muito tarde no ano e o clima não va dar. É, possívelmente tenham razão, mas eu ainda tenho esperanças. Talvez seja um outono muito benigno...

Aparentemente, a agricultura tem muito de boa sorte e coincidência.

Como diz a assesora:

"No ano passado a gente plantou diversas variedades de pimenta aqui, e saíram plantas e frutos de tudo que é jeito! Os 'peperoni/peperoncini' são sempre uma surpresa! A gente sempre guarda as sementes das plantas mais produtivas/de qualidade, e mesmo assim cada novo ciclo é uma loteria. Viva a paciência e a perseverança do agricultor!"

Amen to that!



Sunday, March 3, 2013

Elegí bien: faltan 21 días para la Hora de la Tierra

(c) Ooommm Mmmooo, yoga para niños
Las vacas aparecen como las grandes culpables de emisión de CO2, según algunos. Las pobres vacas, en realidad, no tienen la culpa. Son super-chillin'.

El problema más bien, son los 7 billones y contando de individuitos que andamos rondando por la tierra con antojo de chuletas y helados de dulce de leche.

No todos tienen la inclinación o la posibilidad de hacerse vegano o vegetariano, pero un consumo medido y responsable de productos vacunos es un buen comienzo. Empezando por buscar vacas felices y saludables.


Vaca ejercitándose entre campos (c) LucíaT.


¿Cuáles son las vacas felices y saludables?

Probablemente no las que crecen, nacen y mueren en los feedlots o engordadas en corrales, por varias razones. Siempre que sea posible, prefiramos vaquitas que corren al aire libre y comen pasto aux fines herbes. Vacas relajadas, vacas ohmmm.

Buscando averiguar más el tema de la producción de carne y leche y hablar menos de oído, visitamos un tambo en Uruguay. Ahí aprendimos sobre la importancia de una dieta balanceada y la rotación de los campos para mantener los suelos ricos y las plantas y animales sanos.

Dándonos cuenta lo mucho que ignoramos
sobre muchas cosas - mate mediante (c) LuciaT.

Vimos a las vacas corretear entre campo y campo y pasar sólo de a dos o tres a la vez para ser ordeñadas en un pequeño galpón semi-abierto - muy diferente de las mega-industrias que se ven por televisión.  También aprendimos que se puede elegir entre una producción menor pero razonable que permite una larga vida versus una producción extrema que quema al animal en unos pocos años. Igualito que los seres humanos.

Aún sin ser experto, aplicando un poco de mesura y lógica no se le puede errar demasiado a la hora de elegir responsablemente lo que comemos.*

Pasturas jugositas (c) LuciaT.
El estereotipo de campo, ¿o no? (c) LuciaT.




















* Para un tema similar, pero en relación al pescado y la pesca artesanal, ver aquí.














Saturday, August 18, 2012

Blogger perezosa: la vida en Mozambique a través de los ojos de amigos

Un mes desde la última entrada y mucho para escribir, pero nada de tiempo. Y como suscribo a la idea de que no tiene sentido re-inventar la rueda, voy a aprovechar que colegas y amigos están haciendo un buen trabajo a la hora de contar sobre la vida en Mozambique.

Les contesto a través de sus palabras, varias de las preguntas que he recibido últimamente.

¿Qué comen?

Magumba asada en puestitos sobre la playa 
Un colega que está en la ciudad de Beira -sobre la costa, a mitad de camino entre norte y sur de Mozambique- da un buen recorrido por las comidas más comunes con una lista de comidas típicas con pequeña explicación y fotos (en inglés). Sus platos parecen tener más cantidad de pescados y mariscos. En Maputo además, matizamos con un poco de comida china, alguna pasta o galleta sin gluten a precios exorbitantes y algún mate que alguna argentina o paraguaya generosa comparte conmigo.


¿Se pasan el día en la playa?

Caminando por Catembe

Ojalá. Nos escapamos siempre que podemos. Como las playas de toda ciudad grande, las playas de Maputo son más de adorno que otra cosa. En Maputo mismo se puede ir a Costa del Sol a caminar, jugar freesbee o comer pescado asado. Pero no da para tirarse al sol o bañarse.

Se puede cruzar en ferry a Catembe para pasar un día más tranqui y comer unas tapas disfrutando la vista de Maputo.

Para playas más lindas, de arena blanca y limpia y agua verde esmeralda hay que viajar un poco más. La escapada más lejos hasta ahora ha sido a la playa de Tofo, paraíso de surfistas y buzos.

¿El único problema? Para llegar ahí son necesarias 8 a 10 horas de suplicio estrujado en las pequeñas combis que acá llaman chapas.

¿Qué tal es la ciudad de Maputo?

Muy bien ubicada, muy bien planeada, muy descuidada y dejada. A Lucila, una amiga argentino-brasilera y fellow couchsurfer le gustó y dice que es maningue nice. Y las personas también.

¿Uno de mis lugares favoritos? El balcón de casa, a cualquier hora y ocasión. Para tomar el desayuno en el fresquito de la mañana. Para reírse viendo los nenes de primero y segundo de primaria que salen de la escuela en la tarde y vuelven saltando y jugando a sus casas. Para escuchar la palmera cantar con el viento. Para chusmear que están haciendo los vecinos, o investigar qué es este o aquel alboroto. Para admirar la puesta del sol, siempre espectacular. O para ver cómo la ciudad se va de a poco durmiendo cada noche.

Vista del centro y el puerto de Maputo desde el balcón de casa


Fotos: LT

Friday, June 22, 2012

Cómo producir tu propia comida sin salir de la ciudad

Bajo el puente de Cambie
Con los problemas en torno al acceso al petróleo (además de muchos otros problemas) se vuelve más claro que nunca el disparate que representa estar transportando nuestra comida desde el otro del mundo - sobre todo aquello que se puede producir mucho más cerca de casa.

Como respuesta a esta preocupación han aparecido por toda Vancouver jardines o huertas comunitarias.




Muchas de las huertas hacen uso de terrenos abandonados o en lugares que no sirven mucho para otra cosa. Abajo de puentes (Cambie Bridge) o el metro (cerca de Commercial y Broadway), en esquinas que por la forma no son aprovechables, como el caso de esta huerta cerca de la estación del metro de Nanaimo.



Y en otros casos es directamente en el medio de la ciudad, en el cruce de dos calles principales. En este caso Georgia y Davie. 

En este video vemos a un par de granjeros urbanos explicando por qué hacen lo que hacen:





¿Te gustaría plantar tu propia comida en la ciudad pero no hay un espacio comunitario en tu ciudad? Aquí hay otras opciones:

¿No tienes espacio suficiente en tu terreno? ¿Qué tal un poco de agricultura vertical?



Cualquier espacio sirve, incluso una pared.








¿Ni siquiera tienes tierra?

Una opción es crearla a través del procesamiento de residuos orgánicos. Aprende aquí cómo hacer abono natural o compost.

Otra opción es usar el cultivo hidropónico, un método que usa soluciones minerales en vez de suelo para producir plantas. El sistema es popular en lugares donde las condiciones para la agricultura no son buenas.

Combinando la hidroponía con un buen manejo del invernadero se pueden “obtener rendimientos superiores a los que se obtienen en cultivos a cielo abierto. Es una forma sencilla, limpia y de bajo costo, para producir vegetales de rápido crecimiento y generalmente ricos en elementos nutritivos. Con esta técnica de agricultura a pequeña escala se utilizan los recursos que las personas tienen a mano, como materiales de desecho, espacios sin utilizar, tiempo libre,” nos cuenta la sabelotodo de Wikipedia.

¿Vives en un edificio minúsculo?

Para algunos, no hay peros que valgan. Cuestión de usar la creatividad y darse maña:


Tuesday, May 15, 2012

Inmersión cultural total

Menos de 48 horas en Maputo y nos encontramos en mitad de una fiesta mozambicana con todos los ingredientes: ambiente acogedor, deliciosa y abundante comida, estupenda música + canto + baile y cálida compañía. Mejor bienvenida imposible. Cómo no enamorarse de Mozambique..
Haciendo de cuenta...

¡¡¡Impresionante!!!

Uruguaya-canadiense, italo-canadiense, holandesa, caribeña-estadounidense,
inglesa, rumana y finlandesa. Mismo internacional.

La atracción de los hombres a la carne y el fuego parece ser universal.

Matapa, couver, feijoada. Yummy.
* Fotos de Sally Mitchell

Tuesday, April 10, 2012

Viviendo la experiencia completa de India en Ottawa

Después de meses de asado, pizza y pasta, donde en general lo único verde y vegetal es el mate, era obvio que la primera noche en Ottawa tocaba comida asiática. ¿Japonesa? ¿Tailandesa? ¿Malaya, vietnamita, india, coreana? Google mediante descubrimos que el restaurante más cerca del hotel era uno indio. Perfecto. Comida india sería. Después de todo, ¿quién quiere andar caminando por ahí con 10 grados bajo cero y nieve hasta las pantorrillas?

Ni bien entramos al restaurante East India Company tuvimos un déjà vu. Nos pareció sospechosamente familiar. Pero sólo habíamos estado en Ottawa un par de días cuatro años antes... Y sin embargo, era el mismo restaurante al que una amiga nos había llevado. Deliciosas coincidencias.

La cena perfecta combinó todos los aromas y sabores del subcontinente que tanto extrañamos: curries, masalas, raita, palak paneer, papadums, chai, pakoras, samosas, daals, chutneys. La fiesta siguió con los postres: gulab jamun, kheer y algún otro que el jetlag se encargó de borrar de mi memoria.

Ganesh nos acompañó con buena música
Placer para el paladar, placer para el olfato, placer para los oídos en la música que acompañó la cena, placer para la vista en la decoración, los colores cálidos, las esculturas, los tapizados...

Un servicio estupendo con los mozos más entusiasmados que encontramos en mucho tiempo y compañía de primera.

Después de todo eso, ¿quién se acuerda de la nieve y el frío afuera?

Bienvenidos a Canadá.*

 * Los canadienses provenientes de India forman un 3 a 4 % de la población (entre 1 millón y 1.200.000 aproximadamente). Muchos sikhs y punjabis llegaron y llegan a Canadá desde India por los lazos comunes de ambos países con el Reino Unido y el Commonwealth. Otros, como los indios musulmanes ismaelitas, llegaron de África del Este escapando de régimenes dictatoriales en Kenya, Tanzania y Uganda. Otros tantos llegan del Caribe o Inglaterra. En el área metropolitana de Vancouver reside el 20% de esos indios-canadienses (en Surrey, llegan a ser casi la tercera parte) y para sentirse transportado a India, basta con tomarse el ómnibus Nro. 3 hasta al pequeño centro conocido como “Punjabi Market”.



Tuesday, March 20, 2012

How to keep stuff out of landfills (+ another nice example of upcycled plastic bottles)

Another neat use for a plastic bottle I came across in FB: this time including the cap plus a couple of other items you can find around the house. A ladle with a broken handle or burnt? Some extra seeds? Feed a bird!

You get to enjoy the birds, birds get to enjoy the food, and more stuff keeps out of the garbage pile.


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In Mexico there are also talks about how to re-think our relationship with what we use so that less of our discarded materials end up in the landfill. The first distinction: organic and inorganic. Compost the organic, recycle (or upcycle!) the inorganic.


More on what’s been done in Mexico at a business level to green our lives? Click here.

Sunday, March 18, 2012

The return of the beast (and how to beat it with upcycled materials)

The net-fence we had build to protect our garden from voracious rabbits worked well for a while. Our compost-fed plants were growing just fine when, one morning, we found this:

A former happy basil plant
They used to be healthy chives















        The promise of strawberries ruined















Something had to be done. Urgently.

Thursday, March 1, 2012

Two recipes of local fish: corvina y brótola

En la entrada sobre la Primera Feria de Pesca Artesanal en Piriápolis, organizada por POPA, les comentábamos sobre la degustación de pescados de la región. Entre los chefs, estuvieron Carlos Núñez, del Restaurante Picasso, Francisco del Piero, de Canal Gourmet, Mario del Bó, del Instituto Universitario Gastronómico de Punta del Este, y Pablo Montes de Oca, del Restaurante La Corniche.

Esta fue una de las receta entregada a los asistentes por Francisco del Piero:

#1 Guisado de brótola

Ingredientes para 4 porciones
1 cebolla
4 tomates perita
1 cabeza de ajo
1 morrón rojo
1 berenjena
un puñado de maníes
1/2 taza aceite de oliva
miga de pan y harina (cantidad necesaria, sin gluten para celíacos)
4 cucharada de mayonesa casera
8 tazas caldo de corvina
1 kilo de brótola

Saturday, February 25, 2012

Promoviendo la pesca artesanal en la zona de Piriápolis

Una cosa que siempre le llama la atención a los extranjeros es que en Uruguay no se consuma más pescado y mariscos. Teniendo tanto mar y ríos, es una pregunta válida.

Probablemente por un tema cultural, histórico, o porque matar una vaca parece mucho más fácil y rendidor que ir a pescar, la cuestión es que en general los uruguayos sabemos muy poco de pescado (y consumimos aún menos).

Tuesday, February 21, 2012

Upcycling: carrying food to cooking food


Just loved this example of re-purposing an object: shopping cart turned to barbeque!


A friend of ours has just moved to his new house and invited us to celebrate. In Uruguay, that means a barbecue. The problem: the house didn't have a barbecue yet. The quick solution to the traditional brick barbecue or parrilla is a medio tanque, a metal cylinder cut in half. But what he used instead, I'd never seen before.

Someone had left an old, broken shopping cart in his father's garage, and he came up with this original design:



1. Fill the front basket with wood and light the fire.

2. Cover the bottom part with some heat resistant material and collect the coals there.

3. Put the food on the middle rack and keep on bringing the coals to cook the food as needed.

That's it! A portable, practical barbecue!